STOMY BUGZY : LE PRINCE DES LASCARS

STOMY BUGZY : LE PRINCE DES LASCARS
stomy B est de retour avec un nouvel album "rimes passionelles" qui arrivera dans les bac vers septembre / octobre, pour l'instant un premier extrait "soit hardcore" tourne et c'est de la boucherie. Donc remballez vos booba, rohff, lim, alibi montana et autres sefyu de m#### voila du vrai son pure vibe westcoast le patron du rap français stomy B est de retour.

Le clip : CLIQUE ICI

pour ecoutez le son va sur son espace : clique ici


La dernière de l'emission westcoast LA sur skyrock en entier 3 heures de live !!!














CLIPS A L'ANCIENNE :



Mes forces décuplent quand on m'inculpe - 3 min 44 sec

La vie c'est comme ça - Durée : (4 min 37 sec)

Viens avec moi - Durée : (3min36)

Mon papa à moi est un gangster - Durée : (4 min 24 sec)

Ho lé lé lé - Durée : (3 min 35 sec)

Aucun dieu ne pourra me pardonner - (5 min 01 sec)

Black Pimp Fada - Durée : (4 min 10 sec)


Videos au format réal

www.stomybugsy.com

# Posté le mercredi 07 juin 2006 08:30

Modifié le samedi 24 juin 2006 05:50

Westsiiiide

Westsiiiide
Encore du lourd des clips G-funk à l'ancienne. Le clash eazy e vs dre et snoop.


EAZY E: real campton city g's

Ici il clash Dr dre, snoop et tout deathrow


DR DRE FEAT SNOOP DOGGY DOGG : dre day

La reponse de dre et snoop au clash de eazy e.




CLIPS:



DRE DRE

Nuthin But A "G" Thang ft Snoop Dogg

Bad Intentions ft Knoc' Turnal

Let me ride


EAZY E

eazy e

Eazy-er Said Than Dunn

Foe Tha Love Of $ - Bone Thugs-N-Harmony Feat. Eazy-E

Only If you Want it


SOUTH CENTRAL CARTEL

Knock on Wood (remix)

Gang stories

All Day Everyday

G'z Are On The Move


2 PAC

Hit' them up
(il clash tout le monde: notorious big, jay z, mobb deep, puff daddy...)

To live and die in L.A

Amerikaz Most Wanted feat snoop doggy dogg

all about u

# Posté le mardi 30 mai 2006 15:03

Modifié le mardi 10 octobre 2006 16:06

BOSS AC

BOSS AC
La star du rap au portugal et c'est un cap-verdien et ouai on est les meilleur comme d'hab :D
Dsl c'est en portugais j'avais la flemme de traduire débrouillez vous.





Boss AC

Boss AC
Boss AC, poeta urbano, produtor, MC, pioneiro e nome maior do firmamento Hip Hop nacional é, acima de tudo, um artesão de ritmos e palavras. Tendo construído uma carreira longa de uma década, invulgarmente diversa, sabe continuamente renovar-se, explorar e partir em múltiplas direcções, mas sem nunca perder o norte da cultura que orienta, hoje como ontem, o seu trabalho. E sempre com o mesmo à vontade de quem sabe que a liberdade criativa é o único imperativo – “As etiquetas eu dispenso; “Sou igual e diferente”.

Decorriam os primeiros anos da década de '90, quando o plácido panorama musical português se viu agitado pelo aparecimento de uma geração de novos artistas urbanos – maioritariamente originários da cintura periférica da Grande Lisboa, com destaque para a culturalmente fértil Margem Sul – que não se revia nos clichés do rock, mas antes nas rimas balanceadas pelos breakbeats, na filosofia “copy/paste” do sampling, no manifesto estético do grafitti.

Essa “nova” música foi rapidamente transposta para o registo discográfico, com a edição de “Rapública”, em 1994, uma compilação que reunia a nata dos então rappers nacionais e que desde logo viria a destacar o talento de Boss AC, enquanto autor e intérprete de um dos mais interessantes temas, “Generate Power”. “Rapública” viria a registar num surpreendente sucesso comercial, para logo se transformar em objecto de consumo efémero, infrutiferamente replicado, acabando por resultar num estigma do Hip Hop nacional. É precisamente neste contexto que se inserem as raízes musicais e temáticas dos primeiros temas de Boss AC. O seu álbum de estreia, em '98, “Mandachuva”, gravado nos Estados Unidos, com a ajuda de Troy Hightower, um dos mais requisitados misturadores de Hip Hop dos EUA, revelou um Boss AC mais maduro, experimentador de novas abordagens musicais – ragga, soul, R&B – mas sempre gravitando em torno desse pólo cultural aglutinador que é o Hip Hop.

As suas rimas de flow fácil e incisivo, as batidas produzidas com tanto de simplicidade como de mestria e o cuidado posto na construção do disco como se de uma narrativa cinematográfica se tratasse, demonstraram bem todo o potencial de Boss AC enquanto artista completo e quase auto-suficiente. E se o resultado comercial ficou aquém do esperado, tal deveu-se tão-somente ao momento de refluxo que o Hip Hop nacional já vivia.

Sentindo a necessidade e o desafio de embarcar em novos trilhos, junta-se com Gutto (ex-Black Company), outro “filho da Rapública”, formando a dupla No Stress. Juntos produzem temas, como o genérico do programa "Masterplan", produzem e promovem, espectáculos dentro e fora de Portugal, lançam a primeira compilação nacional focada no papel e no potencial do produtor, no universo Hip Hop, só para nomear algumas das suas aventuras. Pelo meio teve ainda tempo para tocar muito ao vivo, co-produzir o álbum de estreia do seu parceiro, participar em trabalhos de alguns dos maiores vultos da música nacional – como Xutos & Pontapés ou Santos e Pecadores, entre outros – compor para cinema – “Zona J” e “Lena” – e televisão – “Último Beijo” – e, finalmente, compor todos os temas do seu segundo álbum de originais.

Editado em 2002, “Rimar Contra a Maré” – inteiramente gravado, produzido e misturado pelo próprio autor – é porventura um disco mais autobiográfico e introspectivo, mais cinzento na sua temática, revelando algum desencanto com as correntes e os escolhos desse oceano que é a própria vida. O próprio Boss assume, ”Não se vê muita luz quando se olha lá para fora, pois não? Vivemos tempos complicados..." Mas é também um registo portador de um reconhecimento das raízes – as mais próximas e as mais remotas – e revelador de uma impressionante depuração criativa ao nível da música e da própria lírica.

Poucos artistas, e menos rappers ainda, assumiram um despojamento de recursos tão evidente e, ao mesmo tempo, tão actuante. As batidas cortadas, secas, os baixos económicos e envolventes, os momentos de rara candura, como “A Carta Que Nunca Te Escrevi” que alternam com outros eminentemente de raiva e esperança, como “Mantém-te Firme”. E, curiosamente, num disco assumidamente mais rap do que o seu antecessor, há mais espaço para a Lusofonia e para a Africanidade, para as sonoridades de raiz tradicional portuguesa ou africana.

O sucesso de “Rimar Contra a Maré” ultrapassou as fronteiras, reflectindo-se, por exemplo, na nomeação do vídeoclip de “Dinero”, para os African Video Awards, na categoria “Melhores Efeitos Especiais, no consagrado canal sul-africano “Channel0”, uma espécie de MTV africana.

Incansável na busca de novos desafios à sua capacidade criativa, Boss AC continua a embarcar em mais algumas surpreendentes aventuras, nomeadamente reforçando o seu papel de produtor, quase sempre em parceria com Gutto, de alguns dos mais bem sucedidos projectos pop nacionais.

E de aventura em aventura, eis que chega 2005 e “Ritmo, Amor e Palavras”. Um disco que se assume como uma poderosa declaração de amor. Amor ao Hip Hop, à vida, ao prazer, mas também à justiça, à liberdade e ao combate. Um registo de palavras, não fora Boss AC o exemplo consumado do poeta urbano, soando ora duras e guerreiras, como em “Farto de”, ora ternas e envolventes, como em “Princesa (Beija-me outra vez)”. E palavras ainda para reflectir sobre o estado da cultura urbana e para afirmar o seu papel enquanto actor/espectador dessa mesma cultura.

Mas este é também um disco de ritmos. Porque para Boss AC ritmos e palavras fazem sentido apenas quando se fundem numa só unidade criativa, sublimando assim a verdadeira essência do rap, da força da palavra, sustentada pela força do ritmo. Bebendo inspiração de fontes tão diversas como o rock ou os ritmos tradicionais da sua África Natal, a Soul e o R&B, eternas presenças constantes na sua linguagem musical ou ainda das sonoridades mais tradicionalmente portuguesas.

Para construir este “Ritmo, Amor e Palavras”, Boss AC reuniu uma impressionante galeria de colaboradores dos mais diversos quadrantes, onde se destacam figuras como Pos (Plugwon) dos De La Soul, Da Weasel, Sam The Kid, Kevin Mercer, Pedro Aires Magalhães, Berg, Carla Moreira, Rita Reis, DJ Konecta ou Kalú, entre vários outros. As misturas ficaram a cargo do seu colaborador de longa data, Troy Hightower – que já misturou para De La Soul, Busta Rhymes, LL Cool J, Outkast e Janet Jackson, entre outros – nos estúdios Hightower Productions, em NY. A masterização foi assinada por Jim Brick, nos estúdios Absolute Audio, em NY, local mítico onde já foram masterizados trabalhos de Mariah Carey, Puff Daddy e Mos Def.

E para o futuro o que nos reservará este artesão de ritmos e palavras? Em que mais aventuras irá embarcar? Para já fica a certeza de ter assinado um dos momentos mais altos da música urbana nacional e a certeza também de podermos assistir a verdadeiros “happenings” em palco, a momentos de poesia urbana, cantada, dita, cuspida com a raiva, a entrega e a tenacidade daquele que será, porventura o maior MC português da actualidade.


CLIP:

Hip Hop (Sou Eu e Es Tu)



Site officiel

www.bossac.www
[ Ajouter un commentaire ] [ Aucun commentaire ]

# Posté le mardi 30 mai 2006 13:20

MITT LA MITE

MITT LA MITE
Et oui voici enfin le vrai visage de mitt, et oui il est bien noir contrairement a ce que d'autres affirmait, il est bi contrairement a ce que vous pouvez voir on à en effet l'impression qu'il est aime que les hommes mais non il adore les femmes aussi la preuve : CLIQUE ICI

# Posté le lundi 29 mai 2006 09:22

LES WHIGGAZ

LES WHIGGAZ
Qu'est ce qu'un whiggaz? pour le savoir clique ici ou regarde la photo.


Si tu connait des whiggaz dans ton entourage snoop dogg a la solution pour qu'il redeviennent blanc :) clique ici

PS: il ya enormément de skyblog de whiggaz c'est très facile a trouver. :D

# Posté le samedi 27 mai 2006 09:13